sexta-feira, 2 de novembro de 2007

e-book - "Elite da Tropa"


Na primeira parte do livro, concentram-se relatos impressionantes sobre o cotidiano dos policiais de elite. Na segunda, um dos nossos personagens seguirá numa trama envolvendo autoridades de segurança, traficantes, políticos e policiais - uma rede que tece alianças improváveis entre os vários atores deste cenário.

Depois de cavalgar 100 quilômetros, sem arreio e sem descanso, mortos de fome e sede, eles têm licença para um descanso brevíssimo até que alguém anuncie que a comida está servida - sobre a lona, onde o grupo exaurido vai se debruçar para comer tudo o que conseguir, com as mãos, em dois minutos. Esta é apenas uma das etapas de treinamento da tropa de elite da polícia. Eles obedecem a regras estritas, as leis da guerrilha urbana.

Na dúvida, mate. Não corra, não morra. Máquinas de guerra, eles foram treinados para ser a melhor tropa urbana do mundo, um grupo pequeno e fechado de homens atuando com força máxima e devastadora. "Elite da Tropa" é o primeiro livro, no Brasil, a mostrar este lado desconhecido do combate diário, nas grandes cidades - o ponto de vista do policial, seus hábitos, medos e desafios. A partir de experiências reais, os autores criaram uma ficção vertiginosa, que nos arrebata e surpreende, ao mostrar o cotidiano de homens adestrados para se transformarem em cães selvagens.

Pela primeira vez, vamos acompanhar a rotina do policial ouvindo a sua própria voz, seguindo seus passos, seu drama diário, ele que pratica a brutalidade extrema, porque não se sente regido pela legalidade constitucional, mas pelo imperativo da guerra. "Elite da Tropa" é uma narrativa de ficção, onde fatos e cenários foram reescritos em parte ou no seu todo. Todos os lugares e pessoas têm nomes fictícios, para que sua identidade fosse preservada. Assinado por uma das maiores autoridades do Brasil em segurança, o antropólogo Luiz Eduardo Soares, e dois policiais, André Batista e Rodrigo Pimentel, este livro revela subterrâneos explosivos de uma cidade partida.

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

CCleaner 2.01.507


Nova versão do famoso CCleaner. Ele limpa o seu HD de uma série de arquivos inúteis e outros lixos que insistem em ocupar valioso espaço no seu disco rígido. Oferece um confiável sistema para manutenção e correção do seu registro. Além de acesso a remoção de arquivos instalados e programas iniciados com o sistema.A pré-configuração do CCleaner é confiável e permite o seu uso tanto como ferramenta preventiva quanto corretiva. Essencial para quem busca um programa como esse que seja seguro, confiável, em português brasileiro e gratuito.


Férias + Feriadão!


Bem pessoal após merecidas férias volto a postar, sem esquecer é claro do feriadão prolongado!
A dica de hoje é:

"Tropa de Elite"

que estréia hoje na maioria das capitais do país.
Eu como a maioria das pessoas assisti a cópia pirata, mas não deixarei de conferir na telona.


Segue uma matéria da revisa Set


Tropa de Elite

Por: Rodrigo Salem
Publicado em: 5/10/2007
FILME: NOTA: 9


Sustentada (e, claro, mimada) por correntes soldadas pelo governo, a indústria cinematográfica brasileira raramente gosta de bater de frente com quem lhe garante a mesada. Tropa de Elite não bate apenas de frente com seus patrocinadores estatais. O longa de José Padilha (Ônibus 174) choca-se como um caminhão de gasolina contra diversos setores da sociedade.

A primeira parede a desmoronar na obra é a temida Polícia Militar carioca, mostrada como uma instituição jogada às traças e risível. A segunda é a política, representada sem perdão por crápulas egoístas que, diretamente, criam o próprio mal que prometem combater. A terceira parede - a que nenhum longa de ficção havia tido colhões para destruir - é a própria sociedade brasileira, um gênero incrível de habitante terrestre que não faz nada além de proteger os próprios interesses e criar uma redoma de ignorância só quebrada quando passa por uma tragédia.
Bem, o lado bom é que você não precisa mais passar por uma tragédia para acordar. Tropa de Elite joga o Brasil como ele é, sem maquiagem, heróis encapuzados ou soluções fáceis. O país da ética individual está escancarado pela primeira vez de forma suja e realista - e não em formato de comédia, como nos anos 70. Nesse mar de corrupção e violência que não muda desde 1997, data-cenário do longa, não é de se espantar que um capitão de uma tropa de elite cruel e repressora seja visto como herói. O capitão Nascimento, que Wagner Moura constrói de maneira visceral, é o exagero de nossos desejos de melhoria. É a raiva contra senadores nunca cassados, juízes com penas malucas, matadores fora das grades e as centenas de assassinatos cometidos todas as semanas. Se ele é a solução ou a raiz de outro problema, não é o que Tropa de Elite quer provar.

O longa só baixa todas as cartas e apela para um sentimento de cidadania cujo reflexo é cada vez mais opaco no Brasil. Se for o começo de algo, melhor. Antes de mais nada, Tropa de Elite é um filmaço de ação, corajoso, bem escrito e com um elenco mais-que-afiado. É para se ver no cinema, se divertir, discutir num bar depois e não esquecer tão cedo.

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Cante comigo Mengão!


Não importa a idade, a localização geográfica ou o nível intelectual, todos os torcedores do Flamengo enlouquecem quando ouvem essa introdução dos metais da Banda do Corpo de Bombeiros do Estado da Guanabara, nesta que é considerada por muitos especialistas a gravação definitiva do Hino do Flamengo. Ao soarem os primeiros acordes convocando a maior torcida da terra para se unir em oração as lembranças felizes de taças, triunfos e infinitas voltas olímpicas disparam em nosso sistema nervoso poderosas cargas de beta-endorfina, produzindo uma incomparável e quase indefinível sensação de bem estar. Em mais um fenômeno que não se repete com torcedores de nenhum outro clube, para os rubro-negros do mundo inteiro a felicidade tem trilha sonora.

Não sei muito sobre a história por trás do Hino do Flamengo. Sei que foi composto nos anos 40 pelo especialista em marchinhas Lamartine Babo, que aceitou a encomenda da Editora Musical Irmãos Vitale para compor os hinos dos seis grandes clubes da então Capital Federal. Parece que Lamartine procrastinou a entrega do serviço e teve que se trancar com o piano para cumprir o prazo. Dizem que o Hino do Mengão foi o segundo composto por Lamartine, informação que serve para definir com razoável grau de precisão o momento em que Lamartine atingiu seu apogeu como musico e letrista. Vale lembrar que o verso Uma vez Flamengo, Flamengo até morrer é uma contribuição do folião e então dirigente do Flamengo, Julio Silva. Ouvi também uma vez que a fabulosa introdução dos metais, a alvorada retumbante que transforma nosso hino num canto de guerra é obra de um arranjador da gravadora Odeon na época, Alfredo da Rocha Vianna, também conhecido como Pixinguinha, mas nunca encontrei confirmação desse fato.

Quase ia me esquecendo de dizer que sempre me impressiona o cara que toca o apito. Talvez seja a mais incrível performance de um apitador em toda a história da musica universal. Enfim, me faltam informações sobre as origens e me falta um vocabulário mais extenso para tentar definir o que eu e muitos rubro-negros sentimos ao ouvir esse hino. Por isso peço perdão pela ignorância, mas só me resta dizer, com toda a sinceridade: O Hino do Flamengo é a musica mais foda do mundo!

Mengão Sempre

Texto copiado do Blog do Torcedor http://globoesporte.globo.com/ESP/0,,GEN581-6081,00.htmlhref="http://globoesporte.globo.com/ESP/0,,GEN581-6081,00.html">

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Mensagem Inicial


Bem para começar..., se voçe esta acessando este Blog é porque deve ser amante da música como eu; aos poucos estarei disponibilizando link´s para audio, vídeo e software.


O objetivo será compartilhar informações que possam facilitar sua vida, um abraço a todos!!!
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